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Poeira que não acaba mais. Pastos secos. Irrigação a todo vapor para manter a produção agrária em dia. A falta de chuvas tem causado muitos problemas no Espírito Santo. Condição já esperada por conta do inverno, onde as normais climatológicas apontam para a pouca precipitação, o problema deste ano foi o adiantamento do período de estiagem. Se as águas de março deveriam fechar o verão capixaba, em 2022 a poesia das águas ficou restrita aos meses de janeiro e fevereiro.
“Vale ressaltar, no entanto, que tivemos um período chuvoso que começou bem, volumoso. Mas, a partir de março, tivemos uma anomalia negativa de chuva. E, como ocorreu essa perda da qualidade no mês, especialmente nas regiões Sul e Central do Estado, o período de estiagem se prolongou”, ressalta o coordenador de meteorologia do Incaper, Hugo Ramos.
Mas, para quem se pergunta se os capixabas vão sofrer outro período de estiagem como o que ocorreu entre os anos de 2014 e 2017, há uma boa notícia. “São situações muito diferentes. No último trimestre de 2021 tivemos chuvas volumosas e bons episódios de precipitação em janeiro de 2022. Mesmo em fevereiro, que é mais seco, tivemos chuvas. Em março, no entanto, tivemos essa anomalia especialmente no Sul do Espírito Santo. No Norte, foi mais normal. Mas mesmo no Sul, as nascentes não secaram e há reservas de água que hoje são usadas para irrigação, dessedentação animal e consumo humano”, explica.
E, a pergunta que todos se fazem: quando as chuvas caudalosas voltam a cair no Estado? “Os modelos de previsão climática indicam que não teremos adiantamento ou atraso do período chuvoso, que deve começar normalmente na segunda quinzena de outubro. A expectativa é de que agosto e setembro ainda sejam secos mas, que em outubro as chuvas voltem para afastar a seca que estamos passando”, finaliza.
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