Mais lidas 🔥

Mudanças chegando!
Fenômeno El Niño pode se formar no inverno de 2026; saiba como ficará o clima no Brasil

Temporal e prejuízos
Produtores de Linhares e Sooretama tentam salvar lavouras após fortes chuvas

Previsão do tempo
Domingo segue com chuva passageira e leve alta das temperaturas no Espírito Santo

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 26 de janeiro

Importação e custo de produção
Morango importado abaixo do custo de produção ameaça renda de produtores no ES

Com o intuito de identificar e controlar a mastite subclínica, condição que pode afetar a produção de leite e a saúde das vacas leiteiras, sem que seja perceptível a olho nu, professores e estudantes do Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes) Campus Itapina, estão desenvolvendo um estudo para aprimorar a qualidade do leite produzido na fazenda da instituição.
O professor Jair Alves Ferreira Junior explica que o objetivo é ajudar no controle da mastite no setor. “Com esse projeto piloto, temos a oportunidade de utilizar ao máximo a tecnologia que já possuímos na fazenda para que também sirva de referência para o produtor”.
O primeiro plano de trabalho do projeto terá duração de um ano e as ações resultantes do primeiro projeto serão concluídas em até dois anos. No primeiro ano, a equipe ficará na caracterização das bactérias causadoras da mastite subclínica. Ao final deste período, serão desenvolvidas estratégias de controle da mastite para as vacas diagnosticadas no primeiro trabalho.
A ideia é seguir com um segundo plano de trabalho para avaliar a eficiência dessas estratégias, visando a redução da quantidade de quartos mamários positivos no CMT e a diminuição da contagem de células somáticas no leite.
Os dados coletados desempenham um papel crucial na sugestão do melhor tratamento para as vacas afetadas durante o período de secagem. Isso melhora a eficiência do controle, garantindo que o tratamento seja adequado e oportuno.




