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O monitoramento de uma família de mariposas de médio a grande porte com coloração diversificada, frequentemente utilizadas para avaliar ambientes naturais, foi tema de um estudo realizado pelo Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper) e diversas instituições parceiras.
As mariposas são da família Saturniidae da Ordem Lepidoptera, que compõem a segunda maior diversidade de espécies de insetos do planeta e são encontrados em quase todas as regiões do mundo, principalmente em locais tropicais. A fase larval dos saturnídeos se alimentam de folhas de diversas plantas – árvores nativas ou frutíferas, e comumente apresentam o corpo recoberto por estruturas pontiagudas que penetrando na pele humana liberam toxinas, podendo causar acidentes. Algumas espécies dessa família ocorrem em lavouras de café e além dos danos as plantas causam problemas na ora da colheita.
A pesquisa ocorreu nos remanescentes de Mata Atlântica, em uma reserva em Linhares, no litoral norte do Estado. Foram avaliados mais de 1400 espécimes de 30 gêneros e 48 espécies, durante seis anos, com amostragens que exploraram as diferenças de riqueza e abundância das espécies expostas à temperatura e precipitação em diferentes estações, ou a sazonalidade da região.
Dentre os insetos que são utilizados como bioindicadores dos ecossistemas, vale lembrar que as mariposas dessa família são conhecidas por sua baixa resistência e forte resiliência, apesar das variações de abundância e diversidade ao longo dos anos, como mostra nos resultados apontados.
Os detalhes desse estudo podem ser encontrados em um artigo, publicado na Revista Chilena de Entomología e acessível no site da biblioteca Rui Tendinha por meio do link:




