Mais lidas 🔥

Produção de peixes
Gigante da tilápia: cooperativa finaliza unidade com capacidade para 20 toneladas diárias

Reconhecimento Internacional
Azeite do Espírito Santo ganha medalha de ouro em concurso internacional

Chuva atípica pode superar média de junho no Sudeste e Centro-Oeste antes do inverno

Alerta para produtores
Como agir após o granizo? Veja as orientações para produtores de café

Infraestrutura Hídrica
Barragem é inaugurada e reforça segurança hídrica em Aracruz

Uma operação de monitoramento realizada no Parque Estadual Paulo César Vinha (PEPCV), em Guarapari, na última quinta-feira (30), resultou na prisão de um caçador. O suspeito foi flagrado no momento em que se preparava para instalar uma armadilha conhecida como “canhão”, um dispositivo de disparo automático acionado pela passagem de animais.
O servidor do Iema, Davi Casarin, que acompanhou a ação, explica que esse tipo de armadilha representa risco não apenas à fauna, mas também a servidores do parque, policiais e turistas que circulam na unidade de conservação. “O mapeamento das trilhas e a intensificação das incursões são fundamentais para coibir essa prática e garantir a segurança de todos”, afirmou o servidor.
O caçador foi encaminhado para a delegacia, onde foi autuado conforme a legislação ambiental. “Ações de fiscalização continuarão sendo realizadas com o objetivo de coibir a caça ilegal e preservar a biodiversidade dos parques estaduais”, reforçou o diretor-presidente do Iema, Mário Louzada.
A ação foi conduzida por equipes do Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), em parceria com o Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA).
A prisão ocorreu por uma iniciativa voltada ao mapeamento e monitoramento de áreas onde foram identificados vestígios de atividades de caça dentro do parque. Como parte da estratégia de fiscalização, a Polícia Ambiental passou a intensificar incursões no local, tanto durante o dia quanto à noite. Durante a atividade, foram identificadas trilhas utilizadas para essa prática ilegal.
Denúncias podem ser realizadas presencialmente no Protocolo Geral do Iema ou de forma digital, na seção “Denúncias” do site do Instituto.




