Mais lidas 🔥

Inovação na piscicultura
Tilápias ficam mais saudáveis com uso de planta medicinal

Agro capixaba
Preço do mamão Havaí despenca e atinge mínima no Espírito Santo

Tempo e agronegócio
El Niño está chegando! Saiba como o fenômeno vai impactar na agricultura brasileira

Duas histórias, uma conexão
Quando o sotaque da roça sobe ao palco, e vence!

Tempo e agronegócio
Clima vai redesenhar mapa do café arábica até 2050; conheça os impactos no Brasil

A peste suína africana vai se espalhar ainda mais pela Ásia, onde já devastou criações de porcos, e nenhum país está imune ao vírus mortal, disse nesta quarta-feira a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE, na sigla em inglês).
A doença, que afetou especialmente a China, maior produtora mundial de carne de porco, se originou na África antes de se espalhar por Europa e Ásia. Ela foi detectada em 50 países, matou centenas de milhões de suínos e reformulou os mercados globais de carne e demais alimentos.
“Estamos de fato enfrentando uma ameaça que é global ”, disse à Reuters a diretora-geral da OIE, Monique Eloit.
“O risco existe para todos os países, sejam eles geograficamente próximos ou geograficamente distantes, pois há uma infinidade de possíveis fontes de contaminação. ”
A doença se espalhou rapidamente por diversos países do sudeste asiático, incluindo Vietnã, Camboja, Laos, Coreia do Sul e Filipinas, e mais países devem ser atingidos nos próximos meses.
“Não vamos caminhar em direção a melhorias no curto prazo. Continuaremos a ter mais surtos nos países infectados. Países vizinhos possuem alto risco, e para alguns a questão é quando eles serão infectados ”, disse Eloit, enfatizando que é difícil implementar mecanismos de controle.




