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A Federação Americana de Agricultura (AFBF, da sigla em inglês) criticou a medida decretada pelo novo presidente, Donald Trump, de retirar os Estados Unidos do Tratado Transpacífico (TPP). O acordo previa a diminuição de barreiras comerciais entre 12 países: Austrália, Brunei, Canadá, Chile, Japão, Malásia, México, Nova Zelândia, Peru, Cingapura, Estados Unidos e Vietnã, que juntos representam 40% da economia mundial e nada menos que um terço do comércio global.
De acordo com o AFBF, os EUA deixarão de ganhar US$ 4,4 bilhões anuais apenas com exportações agrícolas. “Nós víamos a TPP como um acordo positivo para a agricultura […] Com essa decisão, é fundamental que a nova administração comece a trabalhar imediatamente para desenvolver novos mercados para os produtos dos EUA e para defender os interesses agrícolas dos EUA na região da Ásia-Pacífico ”, afirmou o presidente da entidade, Zippy Duvall.
O dirigente lembra que a economia agrícola norte-americana atravessa um “momento de dificuldades ”. De acordo com a Federação Americana de Agricultura, o setor depende de vendas ao mercado externo, com mais de 25% da produção sendo destinada à exportações. Em função disso, a entidade defende a manutenção do Nafta, o acordo de livre comércio entre EUA, Canadá e México.
“As disposições do Nafta têm sido benéficas para a agricultura americana. As exportações agrícolas dos EUA para o Canadá e o México quadruplicaram de US$ 8,9 bilhões em 1993 para US$ 38 bilhões hoje, devido em grande parte ao Nafta. Qualquer renegociação deve reconhecer os ganhos alcançados pela agricultura americana e assegurar que o comércio no bloco permaneça forte. A AFBF trabalhará com o governo para remover as barreiras remanescentes que prejudicam a capacidade dos produtores rurais norte-americanos de se beneficiar das relações comerciais com nossos importantes parceiros mundiais ”, conclui Duvall.
Fonte: Agrolink





