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Faltando mais de um mês para o final da safra de cana-de-açúcar deste ano no litoral Sul capixaba, os produtores da região já podem comemorar: na metade da safra de 2016, já havia sido superado o total da amarga safra de 2015.
Segundo a Usina Paineiras, até agora foram processadas 340 mil toneladas de cana, ante ototal de 285 mil de 2015. E a produção de etanol e açúcar total deve ser maior que o dobro de 2015, que foi de 10 milhões de litros e 210 mil sacos, respectivamente.
Entre os mais de 500 pequenos produtores rurais associados à cooperativa dos fornecedores de cana da região (Coafocana), o resultado é ainda melhor, porque eles já conseguiram entregar cinco vezes mais cana à Usina Paineiras que em 2015.
Em 2015, os cooperados de Marataízes, Itapemirim e Presidente Kennedy entregaram 11 mil toneladas, devido especialmente à seca dos anos anteriores, que assolou a produção. Neste ano, com o clima menos desfavorável, já foram mais de 55 mil.
“E como os preços do açúcar e o do álcool nos mercados nacional e internacional estão muito melhores, o produtor está pagando suas contas e reinvestindo na cultura da cana-de-açúcar ”, comemora o presidente da Coafocana, Luciano Henriques.
Para o diretor de Negócios da Usina Paineiras, Antonio Carlos de Freitas, a expectativa é de que a safra do próximo ano seja como a de 2016. “Porém, se isso se confirmar, a indústria ainda vai estar operando com metade da sua capacidade de produção, que é de 1,2 milhões de toneladas de cana ”, explica.
Depois apenas do turismo, a cultura da cana-de-açúcar é a atividade econômica mais importante para o litoral Sul, segundo a CDL de Marataízes e Itapemirim. Na região, a atividade de produção e industrialização da cana mantém cerca de 15 mil empregos.





