O Programa Reflorestar, uma parceria entrea Prefeitura de Guaçuí &ndash, por meio da Secretaria Municipal do Meio Ambiente &ndash, e o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama)e Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) está atuando na proteção às nascentes e aos pontos de captação de água do município. Numa época de muita seca e calor, o objetivo é estimular o reflorestamento, para revegetar, principalmente, áreas de preservação ambiental, também visando a manutenção de nascentes.
A Secretaria Municipal do Meio Ambiente e o Incaper cadastraram cerca de 30 produtores rurais com interesse de proteger e reflorestar áreas para proteção, seguindo critérios estabelecidos pelo . “Inicialmente, foram selecionadas 14 propriedades, priorizadas aquelas localizadas próximas às nascentes e aos pontos de captação de água que abastecem o município. Esta é mais uma iniciativa do poder público, em parceria com o setor privado, para colocar em prática a sustentabilidade ambiental e cuidarmos de um bem indispensável à vida como um todo: a água ”, explica.
O trabalho está na fase de elaboração de projeto técnico de reflorestamento para as propriedades selecionadas. Esta é a quinta de um total de oito etapas. Neste ciclo, a empresa contratada visita as áreas escolhidas para conhecê-las, fazer o diagnóstico socioambiental e elaborar o projeto específico para cada área.
O Programa Reflorestar tem como meta ampliar a cobertura florestal de Mata Atlântica no estado do Espírito Santo em 230 mil hectares até 2025, conforme previsto pelo governo em seu Plano de Desenvolvimento 2025. O programa é uma iniciativa governamental, cujo desenvolvimento foi iniciado no ano de 2011, fruto do alinhamento da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Seama) e da Secretaria Estadual de Agricultura, Aquicultura e Pesca (Seag). O principal objetivo é manter, recuperar e ampliar a cobertura florestal, com geração de oportunidades e renda para o produtor rural, por meio da adoção de práticas de uso amigável dos solos.
Fonte: Grupo Folha do Caparaó de Comunicação (GFC)
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