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| FOTO: Gabriel Lordello/COOPEAVI |
O Espírito Santo ainda é um território livre da laringotraqueíte. A doença respiratória que acomete aves registrou casos em municípios paulistas e mineiro, localizados a menos de 1.000 quilômetros da área de atuação da Cooperativa Agropecuária Centro Serrana (Coopeavi).
Para informar os avicultores associados sobre as estratégias de controle da doença, a 6ª Semana Tecnológica do Agronegócio (STA) trouxe o coordenador técnico da Ceva Saúde Animal, Fernando Resende para a segunda noite. O auditório ficou lotado com a presença de avicultores e lideranças estaduais e federal.
Resende explicou que não existe tratamento direto contra a doença e destacou a importância de evitar produtos que irritem a traqueia. “A única vacina efetiva é a vacina da laringotraqueite ”, afirmou o palestrante.
O médico veterinário da Coopeavi, Tarcísio Agostinho, informa que a doença pode matar até 30% dos lotes de aves. “A laringotraqueíte afeta a avicultura de postura, baixando a produção de ovos. ”
Para o avicultor cooperado Horácio Mü,ller, de Santa Maria de Jetibá, as informações sobre a laringotraqueíte ajudam a compreender as novas legislações do setor. “Agora fica mais claro entender a cobrança do Estado para adequarmos melhor as granjas e protegermos nossos lotes. A palestra foi um aprendizado ”, declarou.





