Mais lidas 🔥

Cafeicultura capixaba
Produtores rompem tradição e mudam realidade do café arábica no noroeste do estado

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 26 de janeiro

Secador a gás
Produtor do norte capixaba aposta em secador a gás para melhorar a qualidade da pimenta-do-reino

Previsão do tempo
Domingo segue com chuva passageira e leve alta das temperaturas no Espírito Santo

Agricultura
Setor do cacau: Faes chama atenção para riscos fitossanitários e práticas desleais

O Departamento de Diagnóstico Laboratorial do Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf) obteve 100% de desempenho no ensaio de proficiência em Anemia Infecciosa Equina (AIE), realizado pela Rede Metrológica do Rio Grande do Sul (RMRS). O teste avalia a qualidade dos serviços prestados por laboratórios integrantes da rede nacional, cadastrados no Ministério da Agricultura (Mapa).
Segundo a médica veterinária Adriana Pereira Rampinelli, responsável técnica do Laboratório de Anemia Infecciosa do Idaf, a RMRS encaminhou cinco amostras de sangue de equídeos para que o diagnóstico da AIE fosse realizado pelo Instituto. “Obtivemos 100% de acerto nos testes realizados. Esse resultado demonstra o comprometimento do Idaf com a qualidade dos serviços prestados à sociedade. Desenvolvemos esse trabalho com bastante seriedade, afinal, qualquer falha no diagnóstico pode representar prejuízo aos produtores e perda de vida de animais sadios, já que os animais com diagnóstico positivo para AIE devem ser sacrificados ”, explica a veterinária.
Esta foi a primeira vez que o Idaf participou do programa, em cumprimento à determinação do Mapa para manter o credenciamento. A participação nos ensaios de proficiência é pré-requisito para acreditação do laboratório junto ao Inmetro na Norma ABNT NBR ISO/IEC 17.025.
Anemia Infecciosa Equina
A Anemia Infecciosa Equina é uma doença que atinge todos os equídeos (cavalos, éguas, mulas, burros, jumentos, pôneis) de qualquer raça, sexo ou idade. Como o animal atua como fonte de infecção para os demais equídeos e a doença não tem cura, a legislação federal recomenda o sacrifício dos animais doentes.
Fonte: Idaf





