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Uma equipe formada por bolsistas e extensionistas do Projeto Barraginhas, desenvolvido no Espírito Santo pelo Instituto Capixaba de Pesquisa Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper), em parceria com a Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh), esteve na Embrapa Milho e Sorgo, em Sete Lagoas (MG). O grupo participou de um treinamento e capacitação nas tecnologias sociais que são desenvolvidas pela Embrapa há vários anos.
O projeto “Capacitação, transferência de tecnologia e implantação do Projeto Barraginhas da Embrapa em microbacias no Estado do Espírito Santo ” é desenvolvido em parceria com o porta-voz dessa tecnologia, o pesquisador Luciano Cordoval (Embrapa Milho e Sorgo), que conduziu o treinamento realizado com a equipe.
“Em certo momento do treinamento, com todos em torno do mini lago, que é um criadouro de peixes, cada participante pôde mostrar por que veio, falando resumidamente de suas atividades, e alguns envolvendo o Projeto Barraginhas em seus próximos passos/planos. Senti que estão focados, que vieram preparados para receberem a semente da captação da água das chuvas, e que estão motivados em disseminar o modelo pelo Espírito Santo como ferramenta para proporcionar sustentabilidade hídrica à agricultura familiar ”, disse Cordoval.
O grupo foi capacitado para serem multiplicadores da tecnologia da Embrapa no Estado, subsidiando a atuação nos dez municípios de abrangência, sendo eles: Água Doce do Norte, Atílio Vivácqua, Colatina, Cachoeiro de Itapemirim, Pinheiros, Mucurici, Nova Venécia, Santa Leopoldina, Laranja da Terra, e São Roque do Canaã.
O projeto também implementará Unidades de Referência das Barraginhas nas Fazendas Experimentais de Pacotuba, em Cachoeiro de Itapemirim e Marilândia, para servirem de vitrines dessa tecnologia. As Unidades implementadas servirão de modelo para os municípios, em que os multiplicadores da tecnologia atuarão viabilizando sua difusão.
Segundo a engenheira ambiental, Letícia Cau, que é bolsista do Projeto Barraginhas, o modelo é de extrema importância para conservação da água e do solo, uma tecnologia de captação de água da chuva e abastecimento do lençol freático. “A flexibilidade de instalação, que conta com cochinhos, barraginhas em formato de flecha e mini barraginhas, pode ser aplicada às situações diversas dos índices pluviométricos e relevo do Espírito Santo. Que possamos adaptar às barraginhas na realidade do Estado ”, destacou.




