Mais lidas 🔥

Produção de peixes
Gigante da tilápia: cooperativa finaliza unidade com capacidade para 20 toneladas diárias

Chuva atípica pode superar média de junho no Sudeste e Centro-Oeste antes do inverno

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 08 de junho

Pesquisa e inovação
Conilon ganha cultivares adaptadas ao frio, ao leste mineiro e com menos cafeína

Alerta para produtores
Como agir após o granizo? Veja as orientações para produtores de café

As exportações brasileiras de carne de frango atingiram recorde histórico no primeiro quadrimestre de 2026. De acordo com dados da Secex (Secretaria de Comércio Exterior), o Brasil embarcou 1,94 milhão de toneladas entre janeiro e abril deste ano, maior volume já registrado para o período desde o início da série histórica, em 1997.
O resultado supera o recorde anterior, de 1,93 milhão de toneladas, alcançado no último quadrimestre de 2025. Os números reforçam o desempenho positivo do setor avícola brasileiro no mercado internacional, mesmo diante de oscilações nos preços e na demanda interna.
Somente em abril, o país exportou 486,5 mil toneladas de carne de frango. O volume representa queda de 3,5% em relação a março, porém alta de 2,2% na comparação com abril de 2025. Além disso, o desempenho do mês também foi o maior já registrado para abril em toda a série da Secex.
Segundo análises do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), a combinação entre demanda aquecida e oferta controlada em algumas regiões do país contribuiu para a manutenção da alta nos preços da carne de frango ao longo das últimas semanas.
Contudo, agentes consultados pelo centro de pesquisas avaliam que a valorização pode perder intensidade na segunda metade de maio. A expectativa é de que o poder de compra da população diminua com a aproximação do fim do mês, o que tende a reduzir o ritmo das negociações no mercado interno.
Por outro lado, parte dos agentes ainda acredita em possibilidade de leves ajustes positivos nos preços, especialmente em regiões onde a relação entre oferta e demanda segue mais equilibrada. O comportamento do consumo doméstico e o ritmo das exportações devem continuar influenciando o mercado nas próximas semanas.





