Mais lidas 🔥

Inovação na piscicultura
Tilápias ficam mais saudáveis com uso de planta medicinal

Agricultura familiar
Capixaba vence concurso nacional de inventos com descascador de café portátil

Agro capixaba
Preço do mamão Havaí despenca e atinge mínima no Espírito Santo

Tempo e agronegócio
El Niño está chegando! Saiba como o fenômeno vai impactar na agricultura brasileira

Duas histórias, uma conexão
Quando o sotaque da roça sobe ao palco, e vence!

O Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema) realizou uma nova etapa de monitoramento geotécnico no Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça, em Alegre. A ação integra o conjunto de iniciativas do órgão para acompanhar as condições das formações rochosas do atrativo e ocorre em parceria com a Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), pelo projeto de pesquisa“Avaliação preliminar da favorabilidade à queda de blocos no Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça, Alegre/ES”, da professora Jenesca Florêncio Vicente de Lima.
Durante a atividade, técnicos efetuaram voos com drone nos lados norte e sul do vale onde está inserida a unidade de conservação. Os equipamentos foram utilizados para a obtenção de imagens de alta resolução, geração de modelo digital de elevação do terreno e levantamento por meio da tecnologia LIDAR (Light Detection and Ranging), que permite mapear com precisão fissuras, inclinações e possíveis pontos de instabilidade.
O objetivo principal do trabalho é verificar riscos associados ao deslocamento de blocos rochosos e identificar alterações na estrutura do paredão ao longo do tempo.
O emprego de drones representa um dos importantes usos dessa tecnologia pelo Iema, permitindo o monitoramento de áreas de difícil acesso com mais agilidade e precisão, além de reduzir a exposição das equipes a situações de risco.
“Esse monitoramento com drones e tecnologia LIDAR é fundamental para que possamos conhecer com precisão o comportamento das rochas da Cachoeira da Fumaça. Nosso objetivo é garantir que o uso público aconteça com segurança, especialmente na área onde o banho é permitido. A partir dessas informações técnicas, o Iema consegue avaliar possíveis riscos de deslocamento de blocos e adotar, quando necessário, medidas preventivas para proteger visitantes e trabalhadores do parque.”, explicou Leoni Contaifer, gestor do Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça.




