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Uma comitiva capixab ,a , formada pelo secretário de Estado da Agricultura, Octaciano Neto, vaqueiros e criadores de animais, se reuniu em Brasília com parlamentares federais e pediu apoio à Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que regulamenta a prática dos esportes equestres – vaquejada, rodeio, laço, tambor, dentre outros.
A comitiva capixaba também participou do movimento realizado em frente ao Congresso Nacional que pede a regulamentação da prática no País. A ação foi organizada após o Supremo Tribunal Federal (STF) declarar inconstitucional a lei do estado do Ceará que regulamenta a vaquejada. Cerca de cinco mil pessoas participaram do ato.
Nessa segunda-feira (24), o encontro foi com o presidente do Senado, Renan Calheiros. A comitiva pediu apoio à PEC e a votação da proposta. E nesta terça-feira (25), o grupo foi recebido pelo senador Ronaldo Caiado (GO), que se colocou à disposição para dialogar com outros parlamentares. Os capixabas também se reuniram com a Frente Parlamentar da Agropecuária.
Octaciano Neto disse que é muito importante a discussão para a regulamentação de todos os esportes equestres. Segundo ele, somente os esportes ligados a cavalo geram cerca de 700 mil empregos diretos, outros dois milhões de forma indireta e movimentam R$ 16 bilhões por ano. Ele destacou, também, que a vaquejada, por exemplo, é um patrimônio cultural do Nordeste.
“”Os esportes seguem as boas práticas e a garantia do bem-estar animal, com acompanhamento de veterinários. E a decisão do STF de considerar inconstitucional a vaquejada coloca em risco todos os esportes equestres. Por isso é importante a regulamentação e estamos buscando esse diálogo com os deputados federais e senadores para discutir e votar a PEC””, disse Octaciano.
“”Vamos pedir ao STF a abertura de audiências públicas para mostrar que a vaquejada não é maus-tratos aos animais. E também vamos discutir uma PEC para regulamentar os esportes equestres. A paixão do rodeio, do laço, do tambor, da montaria é do país inteiro””, destacou o senador Ronaldo Caiado.
“”Estamos lutando por essa causa porque sabemos que o esporte equestre, além de ser um esporte, faz parte de um meio de vida no Nordeste e da nossa cultura. São mais de 100 anos dessa tradição e se acabar perderemos parte da nossa cultura. A vaquejada, em especial, nasceu do homem do campo, do nordestino, e não concordamos com a classificação de maus-tratos aos animais. É feito um investimento grande para cuidar dos animais””, disse o conselheiro da Associação Brasileira de Criadores de Cavalo Quarto de Milha (ABQM), Edmilson Varejão.
Varejão informou que saíram do Espírito Santo para Brasília um caminhão com seis animais e um ônibus com vaqueiros para participar dos atos pró vaquejada e esportes equestres. , ,
F ,ONTE: SEAG ,





