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A Coca-Cola anunciou que vai entrar no mercado nacional do café, com a marca Leão, e os frutos para a produção serão adquiridos no Espírito Santo. A produção do “Café Leão ”, que será 100% arábica, envolverá uma rede de pequenos e médios cafeicultores.
Inicialmente, o Café Leão será encontrado no Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, com a previsão de chegar aos principais pontos de venda de todo o País a partir de janeiro de 2017. Em setembro, os consumidores brasileiros também poderão adquirir o Café Leão em canais de e-commerce.
A torrefação ficará à cargo da Real Café, do grupo capixaba Tristão, localizado em Viana, conforme informações do jornal Valor Econômico. Além dos grãos das montanhas capixabas, a mistura contará com frutos do cerrado mineiro.
O produto vai ter quatro embalagens: 500g em grãos de torra média, 500g em grãos de torra escura (preço sugerido de R$ 25 cada), 250g moído de torra média e 250g moído de torra escura (preço sugerido de R$ 9,50 cada).
O secretário de Estado da Agricultura, Abastecimento, Aquicultura e Pesca, Octaciano Neto, destacou as vantagens da entrada da Coca-Cola no mercado de cafés brasileiros.
“Eles possuem a mais ampla rede de distribuição no varejo brasileiro e, para a produção, vão comprar café arábica dos nossos produtores. Além disso, a industrialização será em Viana, fortalecendo nossa indústria e fortalecendo o mercado capixaba de café ”, afirmou.
O secretário lembrou que, no ano passado, a Real Café anunciou parceria com a Wine, maior e-commerce de vinhos e cervejas da América Latina e terceiro do mundo, para operar no mercado de café em capsula, o que também reforçou o setor cafeicultor capixaba.
Café no Espírito Santo
O Espírito Santo é o segundo maior produtor de café do Brasil, sendo o terceiro maior do tipo arábica e primeiro no cultivo do Conilon em todo o país. A atividade é desenvolvida em todos os municípios capixabas, gera 400 mil empregos direitos e indiretos e está presente em 60 mil das 90 mil propriedades agrícolas do Estado.
Em 2015 a produção foi de 10,5 milhões de sacas, sendo que a produção do tipo arábica representou 2,7 milhões de sacas e o conilon 7,7 milhões de sacas. Durante o ano passado, o setor movimentou em valores R$ 2,9 bilhões.
Fonte: Seag





