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Artigo
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Categoria
Reunião
Realização
Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES)
Apoio
Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea-ES (Mutua-ES)
Data
24 de outubro de 2019
Horário
19h às 21h
Carga horária
2 horas
Local
Sala de Treinamentos
Rua Izidro Benezath, 48, Enseada do Suá, Vitória-ES
Objetivo
Espaço para fomentar políticas voltadas para o público feminino, bem como estimular discussões de igualdade de gênero e paridade salarial, no sentido de que a tecnologia crie oportunidades para as mulheres desenvolverem papéis ativos no mercado de trabalho e nas esferas de poder.
Palestrante:
Coordenadora do Sindicato dos Trabalhadores da Universidade Federal do Espírito Santo (Sintufes), Edirene Coninck, irá proferir a palestra “Relações de Trabalho e Prevenção de Assédio Moral ”.
Edirene, que presidiu a Comissão de Humanização nas Relações de Trabalho e Prevenção de Assédio Moral da Ufes, reforça que é primordial discutir sobre as relações de trabalho em todo segmento da sociedade. Segundo ela, cada vez mais as pessoas estão passando por situações de conflitos. “Apesar da sociedade estar evoluindo, as relações interpessoais ainda esbarram em problemas como assédio moral e a desvalorização do profissional ”, destaca.
Tema: Assédio moral no trabalho
Um levantamento do Ministério Público do Trabalho (MPT) contabilizou 29.179 denúncias de assédio moral no ambiente de trabalho no período de 2014 a 2019. No Espírito Santo, mais de 370 ações trabalhistas foram ocasionadas por assédio moral &ndash, e também sexual &ndash, apenas nos primeiros cinco meses de 2018. Os números são do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e representam uma média de dois casos diários.
Tipificação
Existem duas formas de assédio, o vertical &ndash, praticado por pessoas de nível hierárquico superior ao da vítima &ndash, e o horizontal &ndash, entre funcionários com o mesmo nível ou função. Ele se caracteriza por condutas que evidenciam a violência psicológica, como gritar, xingar, humilhar, ridicularizar, exigir metas intangíveis, negar folgas e emendas de feriados quando outros empregados são dispensados, bem como isolar a pessoa no ambiente de trabalho, dentre outros.
A palestrante Edirene Coninck explica que muita das vezes o assediador não tem noção dos atos. Por isso, é importante auxiliar de forma educativa. No entanto, existem casos onde são movidos por plena consciência. “Esse é o tipo que precisa entender toda a esfera trabalhista, além da educação para prevenção. Precisa entender que o assédio moral foi criminalizado ”, afirmou.





