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As recuperações judiciais (RJs) no agronegócio brasileiro alcançaram 389 solicitações no primeiro trimestre deste ano, com aumentos de 21,5% em comparação com o trimestre anterior e de 44,6% no comparativo anual, segundo dados divulgados pelo Serasa Experian.
“Muitos produtores enfrentam custos altos, prazos longos para receber, maior exigência de garantias e dificuldades na rolagem de dívidas, fatores que pressionam o caixa e reduzem as margens para manobras”, disse, em nota.
Ele ponderou, no entanto, que os números de recuperação judicial têm baixa representatividade frente aos 1,4 milhão de produtores rurais que tomaram crédito nos últimos dois anos.
Já os produtores que atuam como pessoa jurídica no campo registraram 113 solicitações de recuperação judicial entre janeiro e março, contra 110 no quarto trimestre de 2024 e 86 no primeiro trimestre do ano passado.
A análise dos segmentos feita pela Serasa Experian mostrou que os segmentos “criação de bovinos” e “cultivo de soja” concentraram o maior número de requisições, com 42 e 59 no período, respectivamente.
Já entre as empresas do agronegócio, foram 81 pedidos de recuperação judicial no primeiro trimestre de 2025, ante 70 no trimestre imediatamente anterior e 77 um ano antes.




