Mais lidas 🔥

Previsão do tempo
Molion prevê década de frio até 2035; primeira onda polar deve chegar ao Brasil em maio

Fruticultura
Abacaxi fluminense impulsiona a fruticultura e fortalece a agricultura familiar

Agricultura Capixaba
Cacau em Conceição do Castelo: 3 mil mudas entregues a produtores

Mudança no tempo
Frente fria e ar polar trazem queda de temperatura ao Sul e Sudeste

Preservação ambiental
Conceição da Barra: peixe Mero será oficialmente patrimônio natural local

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 5 pontos em agosto deste ano e chegou a 108,5 pontos. O crescimento da incerteza veio depois de quatro quedas consecutivas, que haviam acumulado uma redução de 13,2 pontos de março a julho deste ano.![]()
![]()
Mesmo com a alta, o indicador ainda está 8,2 pontos abaixo do ponto mais alto do ano (116,2 pontos), registrado em março.
A alta em agosto foi puxada apenas pelo componente mídia, que é baseado na frequência de notícias com menção à incerteza publicadas na imprensa e que subiu 6,6 pontos.
Por outro lado, o componente expectativas, que é construído a partir das previsões dos analistas econômicos, recuou 3,4 pontos.
Segundo a economista da FGV Anna Carolina Gouveia, depois de chegar ao menor nível desde 2017, a incerteza econômica no país voltou a cresceu devido a ruídos externos, como as notícias sobre as atividades econômicas dos Estados Unidos e da China, além do ambiente político da Argentina.
Pelo lado das expectativas dos analistas, sugere-se uma menor incerteza sobre os cenários de inflação e juros para daqui a um ano no Brasil.




