Mais lidas 🔥

Mudança no tempo
Frente fria e ar polar trazem queda de temperatura ao Sul e Sudeste

Fruticultura
Abacaxi fluminense impulsiona a fruticultura e fortalece a agricultura familiar

Agricultura Capixaba
Cacau em Conceição do Castelo: 3 mil mudas entregues a produtores

Preservação ambiental
Conceição da Barra: peixe Mero será oficialmente patrimônio natural local

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 09 de março

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes) manifestou preocupação com a decisão do Tesouro Nacional de suspender novas contratações de financiamentos rurais subvencionados no Plano Safra 2024/2025.
A medida, que entrou em vigor nesta sexta-feira (21), foi comunicada às 25 instituições financeiras que operam os recursos por meio do Ofício Circular SEI nº 282/2025/MF.
O Ministério da Fazenda justificou a suspensão como uma consequência do aumento da taxa básica de juros, que elevou os custos da equalização de crédito no Plano Safra 2024/2025.
Veja a nota, na íntegra:
A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Espírito Santo (Faes) manifesta preocupação com a decisão do Tesouro Nacional de suspender novas contratações de financiamentos rurais subvencionados no Plano Agrícola e Pecuário 2024/2025, a partir desta sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025.
A decisão anunciada ontem, por meio do Ofício Circular SEI nº 282/2025/MF, foi comunicada às 25 instituições financeiras que operam os recursos. No documento, o Ministério da Fazenda justificou a suspensão como uma consequência do aumento da taxa básica de juros, que elevou os custos da equalização de crédito no Plano Safra 2024/2025.
Os recursos destinados às Operações de Investimento Rural e Agroindustrial e Operações de Custeio Agropecuário foram suspensos, com exceção do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).
A medida impacta diretamente os investimentos no setor agropecuário, elevando os custos para os produtores rurais, principalmente, para os pequenos e médios que dependem do Plano Safra e enfrentam dificuldades no acesso ao crédito privado.
Ressaltamos a importância de uma gestão fiscal eficiente que assegure os recursos do Plano Safra, garanta previsibilidade aos produtores e viabilize medidas urgentes para restabelecer o crédito rural, evitando prejuízos ao setor.
A CNA e a Faes reconhecem os desafios fiscais, mas cobram que o governo reveja a decisão e garanta os recursos prometidos. O crédito rural é essencial para a produção de alimentos, a competitividade do setor agropecuário e o crescimento econômico do país.
O produtor rural não pode ser penalizado pela falta de planejamento orçamentário.





