Mais lidas 🔥

Cafeicultura
Conab inicia 2º levantamento da safra 2026 de café em dez estados

Homenagem
O adeus a Lúcio Lívio Fróes de Castro, pesquisador que ajudou a construir o agro capixaba

Maior feira de turismo rural do país
Ruraltur 2026 reúne mais de 25 horas de programação gratuita em Santa Teresa

Levedura até 30% mais barata
Levedura nacional pode reduzir custo da cerveja artesanal no Brasil

Clima
Supertufão no Pacífico reforça alerta para El Niño forte
O desafio do equilíbrio entre a proteção da biodiversidade e o manejo sustentável da terra para produção agrícola domina o debate no 21º Congresso Mundial de Ciência do Solo, realizado nesta semana no Rio de Janeiro. O evento, que acontece pela primeira vez na América Latina, e que vai até esta sexta-feira (17) com o tema “Ciência do solo: para além da produção de alimentos e de energia ”, é produzido pela União Internacional da Ciência do Solo, conta com a presença de especialistas de mais de cem países e cerca de 4 mil participantes.
Homenageado com a Medalha Álvaro Barcellos, durante o Congresso, em reconhecimento pela sua contribuição à agricultura e à ciência do solo, o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, destacou em seu discurso o programa ABC, que prevê a integração da lavoura, pecuária e floresta, “responsável por aumento vertiginoso da produtividade ”, a preservação de mananciais e de florestas nas propriedades rurais e a coleta de 98% de embalagens que vão para o campo.
O ministro destacou a necessidade que o solo em regiões tropicais tem de introdução de material orgânico para produzir e o papel da Embrapa no desenvolvimento de tecnologia para torná-lo produtivo. Lembrou ainda que o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2018/2019 tem recursos previstos para a recuperação do solo com taxa de 5,25% ao ano. E comentou sobre a importância da troca de informações no evento, enfatizando que todos ganham com isso.
Estande do Mapa no Congresso reúne informações técnicas sobre o Programa Nacional de Solos do Brasil, que tem como objetivo mapear 8,2 milhões de km² do território nacional até 2048. Os dados gerados vão subsidiar políticas públicas no meio rural e nas cidades. A Embrapa, vinculada terá um estande para apresentação de suas tecnologias e avanços na ciência do solo (*Fonte: Mapa)





