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Produtores do Espírito Santo e outras regiões do país iniciam a partir de abril, a colheita do café arábica e conilon. Mas para colher é preciso armazenar corretamente, a fim de evitar que o produto se perca com problemas de umidade, desperdícios e ataque de pragas.
Para grãos, como o do café, a indicação dos especialistas é pelas sacarias de ráfia com gramatura a partir 60 gramas/m2, no tecido convencional. “Com uma sacaria de melhor qualidade, este tipo de armazenamento evita maiores contaminações, impede que os grãos passem pela trama, a sacaria é de melhor manuseio e preserva a qualidade dos grãos ”, explica o gerente Comercial, Eduardo Barbosa.
As sacarias de polipropileno, conhecidos como ráfia, estão entre os mais procurados no mercado. “Vários fatores contribuem para o crescimento na procura pela sacaria de ráfia. Da resistência mecânica ao impedimento da perda do material embalado. E não posso deixar de ressaltar que a sacaria, de acordo com o manuseio pode ser reutilizado ”, reforça Eduardo.
Desde 2015, a Embrapa atualizou a norma a qual comprova que o uso de embalagens plásticas era adequado para o acondicionamento de sementes, por isso, a ráfia não para de ganhar espaço nas lavouras.
A certificação ISO 9001:2015 e a parceria com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), asseguram a resistência e a segurança das embalagens. Existe a possibilidade de impressão nas embalagens, personalizada de acordo com o desejo do cliente, fato este um outro ponto importante para os produtores, agregando valor.
Vale salientar que a Serrana possibilita uma marcação na sacaria que permite ao produtor, na hora da colheita, seja ensacada a quantidade exata.
Há 20 anos no mercado, a Serrana Embalagens acompanhou a evolução do plantio à colheita e aperfeiçoou o processo de fabricação dos sacos convencionais, soldados, laminados até os nano perfurados. Cada uma dessas características permite o uso alinhado ao material que será transportado.



