Mais lidas 🔥

Cafeicultura capixaba
Produtores rompem tradição e mudam realidade do café arábica no noroeste do estado

Agricultura
Setor do cacau: Faes chama atenção para riscos fitossanitários e práticas desleais

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 26 de janeiro

Secador a gás
Produtor do norte capixaba aposta em secador a gás para melhorar a qualidade da pimenta-do-reino

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 30 de janeiro

A propriedade do agricultor Renato Kepp, na localidade de São Luiz de Miranda, em Laranja da Terra, recebe orientações do Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Incaper). Enquanto muitos agricultores convidam para um cafezinho, ele apresenta um cafezão. Na propriedade da família está uma planta um tanto quanto peculiar: trata-se do maior e mais antigo pé de café conilon da região, também considerado o maior do Brasil.
O cafeeiro possui seis metros de altura, 50 anos de plantado e 47 anos de produção. Uma situação que definitivamente não se vê todos os dias. Em um vídeo publicado no Instagramdo Incaper, Kepp fala sobre a planta e sobre os trabalhos que o Incaper desenvolve.
A colheita, como contou o produtor, sempre é alta em comparação às demais plantas. Em 2008, o pé de café bateu recorde de produtividade. “O pé de café foi plantado em 1970 pelo meu pai. Chegou a produzir 39 Kg de café beneficiado e continua produzindo na faixa de 20 kg a 30 kg por ano ”, contouo agricultor.
RenatoKepp é presidente da Associação de Agricultores Familiares de São Luiz de Miranda. Ele chegou a fazer clones do “cafezão ”, e diz que é mais resistente a doenças. “Eu também tenho uns clones e percebi uma resistência muito grande à ferrugem ”, disse o agricultor.
Se depender de Keep, o gigante tem boas expectativas daqui pra frente. “Ele continua produzindo. Ainda é uma árvore bonita,com expectativa de produção por muitos anos ”, afirmou.
A cafeicultura não é a única atividade desenvolvida na propriedade do RenatoKeep. O agricultor e sua família são produtores de quiabo há mais de 30 anos e cultivam também inhame e tomate. As atividades são orientadas pelos extensionistas do Incaper Anderson Martins Pilon e Marcelino Silva de Melo, que acompanham a propriedade e prestam assistência à família.



