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“Os contratos foram encaminhados para assinatura dos 31 agentes financeiros, inclusive com as instituições já os devolvendo ao Mapa para que a ministra Tereza Cristina também possa assinar e a liberação ser concretizada ”, revela Silas Brasileiro, presidente do CNC.
“Com os recursos do Funcafé em mãos, não será necessário vender o café recém-colhido para honrar a folha semanal de pagamento aos trabalhadores da ‘panha’. Além disso, também será possível estocar entre 10 milhões e 13 milhões de sacas, evitando que entrem no mercado de imediato, não pressionando mais os preços nessa fase de intensificação de colheita ”, argumenta.
JUROS
“Nós temos essa cláusula que permite, se os juros do Plano Safra vierem abaixo de 7%, que a taxa do Funcafé acompanhe. Portanto, mesmo quem tomar os recursos agora em junho poderá passar a ter juros menores a partir de 1º de julho, sem necessidade de firmar aditivo ao contrato ”, explica. A previsão do governo federal é que o Plano Safra seja anunciado ainda este mês.
“A ministra Tereza Cristina, os secretários Marcos Montes e Eduardo Sampaio, o diretor Silvio Farnese e a coordenadora Janaína Freitas foram fundamentais para a cafeicultura brasileira nesse período de exceção, permitindo que a atividade tenha condições para se fortalecer mesmo diante da crise do novo coronavírus e seguir gerando milhões de empregos e bilhões em divisas ao Brasil ”, conclui.




