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O consumo de café voltou a ter alta no Brasil. Em 2020, o crescimento foi de 1,34%. Em números absolutos, foram consumidos, no país, 21,2 milhões de sacas de 60 quilos. O total é similar ao registrado em 2016 e é o segundo maior da série histórica da Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic), atrás apenas de 2017, quando foram consumidas 22 milhões de sacas. As informações são da Abic ao jornal Valor Econômico.

Os números, que vinham num crescente desde 2014, tiveram queda em 2018 e 2019, mas mostraram reação no ano passado. E o bom desempenho mantém o Brasil como o segundo maior consumidor de café do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos. O diretor-executivo da Abic, Celírio Inácio da Silva, disse, ao Valor, que esse incremento é resultado do consumo doméstico. “O café tem apelo sentimental, familiar e de segurança. Quanto mais horas as pessoas passam em casa, mais café se consome ”, afirmou.
Para 2021, segundo informou Silva à publicação, há muitas dúvidas quanto ao crescimento no consumo, como a falta de definição sobre o auxílio emergencial, que pode ou não alavancar o poder aquisitivo do consumidor e a abertura ou não do consumo fora de casa, por conta das restrições da pandemia.
Quanto aos preços, Silva destaca que no ano passado houve manutenção e até mesmo queda nos valores cobrados nos supermercados. Mas, com o aumento dos preços da matéria-prima, em torno dos 40%, a alta na energia elétrica e na gasolina, este ano o consumidor deve pagar mais caro para ter o cafezinho na mesa.



