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A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), em parceria com o Incra, por meio do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera), vai realizar a “Especialização em Economia e Desenvolvimento Agrário”.
As inscrições para seleção dos participantes estão abertas e se estendem até 5 de setembro de 2025. São ofertadas 50 vagas e as aulas têm início previsto para 20 de outubro. Os interessados devem ter graduação universitária e o curso é ideal para quem deseja se aprofundar em estudos sobre economia política e questão agrária.
As normas do processo seletivo simplificado constam no edital divulgado, dia 11 de agosto, após reunião da superintendente regional do Incra no estado, Maria da Penha Lopes dos Santos, com o reitor da Universidade Federal do Espírito Santo, Eustáquio Vinícius de Castro, e a equipe da coordenação do Programa de Pós-Graduação em Economia da instituição de ensino para discutir detalhes dessa ação interinstitucional.
Durante o encontro, Penha Lopes destacou que o Pronera é uma política de educação fundamental à inclusão do público da reforma agrária na universidade. E esse curso, em especial, uma oportunidade interessante na formação complementar de profissionais com graduação e que façam parte dos públicos atendidos. Inclusive com possibilidade de participação de servidores do Incra – no percentual de até 10% das vagas ofertadas.
Em sua segunda edição pelo Pronera (a primeira iniciada em 2019), a especialização tem como objetivo o aprimoramento técnico dos participantes. O curso visa propiciar a esses profissionais condições de realizar intervenções proativas na sociedade – considerando a construção de novas relações sociais que respeitem o ser humano, a natureza e o uso sustentável dos recursos naturais. E ainda fortalecer os movimentos sociais e as áreas da reforma agrária (espaços de produção e vida).
A metodologia do curso está baseada nos princípios da Pedagogia da Alternância e foi pensada na articulação entre espaços-tempos distintos (o Tempo Universidade e o Tempo Comunidade), a partir de atividade orientadas e também de momentos de socialização de experiências de campo.
Com carga horária de 512 horas/aula, o curso destina-se a públicos diversos da agricultura familiar: assentados, acampados, reassentados de barragens, remanescentes de territórios quilombolas, indivíduos das famílias beneficiárias do Crédito Fundiário, além de educadores e outros profissionais que exerçam atividades no atendimento desses públicos.




