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As cheias dos rios Negro e Solimões, no Amazonas, atingem o pico histórico nos últimos dias: 29,97 metros acima do nível normal. Mais de 455 mil pessoas já foram atingidas e 26 das 58 cidades atingidas, estão em situação de emergência. A maior cheia da história é atribuída ao aquecimento do Oceano Atlântico e ao fenômeno La Niña.
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A palestrante do Seminário Sustentabilidade Capixaba, Luna Gripp Simões Alves, que é pesquisadora do Serviço Geológico do Brasil (CPRM), e atua na Gerência de Hidrologia e Gestão Territorial da Superintendência de Manaus como responsável pelo Sistema de Alerta Hidrológico do Amazonas e pelo Sistema de Alerta Hidrológico do rio Branco, explicou ao programa Fantástico, da Rede Globo, do último domingo (30), sobre a cheia que atinge a região.
“Em 2009, quando a marca de 1953, até então a maior, foi superada, criou-se uma ideia de a cada 50 anos, teríamos uma grande cheia, de grandes magnitudes. Só que a de 2009 foi batida já em 2012”, explica Luna.
A marca de 2012 está igualada com a deste ano, mas a previsão é que seja superada nos próximos dias. “Estamos falando da maior bacia hidrográfica do mundo inteiro”, completa a pesquisadora.
A palestra de Luna será na próxima quarta-feira (2), às 9h30, e ela vai falar sobre “Monitoramento Hidrológico – Conhecimento para o Desenvolvimento Sustentável. Todo o evento pode ser acompanhado ao vivo pelo YouTube e o Facebook do portal Aqui Notícias, e no Facebook da revista Conexão Safra.





