Mais lidas 🔥

Cafeicultura capixaba
Produtores rompem tradição e mudam realidade do café arábica no noroeste do estado

Cotações
Café, boi e hortifrúti: confira as cotações do dia 26 de janeiro

Secador a gás
Produtor do norte capixaba aposta em secador a gás para melhorar a qualidade da pimenta-do-reino

Previsão do tempo
Domingo segue com chuva passageira e leve alta das temperaturas no Espírito Santo

Agricultura
Setor do cacau: Faes chama atenção para riscos fitossanitários e práticas desleais

O mercado nacional de café arábica têm apresentado baixa liquidez nas últimas semanas. Além da habitual retração de agentes consultados pelo Cepea, devido às comemorações e ao recesso em virada de ano, a forte variação dos preços externos e internos reforçou o cenário de poucos negócios. Na Bolsa de Nova York (ICE Futures), na última quinzena de 2019, o contrato Março/20 (de maior liquidez) chegou a variar mais de 1.000 pontos, influenciado especialmente por fatores técnicos e movimentos cambiais. No Brasil, o cenário foi praticamente o mesmo. No dia 16 de dezembro de 2019, o Indicador CEPEA/ESALQ do café tipo 6 bebida dura para melhor, posto na capital paulista, atingiu o maior valor desde 13 de fevereiro de 2017 (em termos reais &ndash, os valores foram deflacionados pelo IGP-DI de novembro/19), a R$ 571,63/saca de 60 kg. Desde então, os preços recuaram fortemente, indo para R$ 509,50/sc nessa terça-feira, 7. Quanto à liquidez interna, a expectativa de agentes consultados pelo Cepea é de que siga limitada nos próximos dias. Apesar de muitos agentes retornarem efetivamente ao mercado nesta semana, os baixos preços do café e o volume significativo de grãos comercializados até a primeira quinzena de dezembro de 2019 devem desestimular produtores a venderem sua mercadoria.



